SkillDesignDiagnostica
Coleta de Contexto de Design
Coleta o contexto necessário para iniciar qualquer avaliação visual com base no produto real.
Ações
PerfilDesigner
ProfundidadeBaixa
Idiomapt-BR
Objetivo
Em uma frase.
Extrair do responsável pelo produto o contexto mínimo necessário para que decisões de design sejam feitas com critérios específicos — e não com padrões genéricos desvinculados do produto, do público e da marca.
Aplicação
Quando
faz sentido.
Usar
- Como primeira etapa obrigatória do workflow refinamento-de-interface, antes de qualquer análise visual.
- Quando o agente recebe uma interface para analisar mas não tem contexto sobre quem usa o produto, para quê e com que expectativa visual.
- Quando o profissional responsável quer documentar formalmente os critérios de qualidade de design antes de iniciar um ciclo de revisão.
- Quando há desalinhamento interno sobre o que "qualidade visual" significa para aquele produto.
Não usar
- Quando a ficha de contexto já existe e está atualizada — reutilizar em vez de refazer.
- Para produtos com design system maduro que já define critérios de qualidade por dimensão — adaptar para capturar apenas o que o design system não cobre.
Prompt
Instruções
para a IA.
Passo 1 — Identificar o público-alvo com especificidade
Coletar informação suficiente para que o público-alvo seja descrito além de categorias genéricas. Não basta saber "desenvolvedores" ou "profissionais de marketing" — é necessário entender o contexto de uso: em que situação usam o produto, qual o nível de sofisticação esperado, se a interface é usada em contexto de trabalho concentrado ou em fluxo fragmentado. Perguntar quando necessário:
- "Quem usa este produto no dia a dia? Descreva uma pessoa concreta, não uma categoria."
- "Em que situação essa pessoa usa o produto — com tempo e calma, ou sob pressão e com pressa?"
- "Ela é tecnicamente sofisticada em relação à interface, ou precisa de orientação constante?"Passo 2 — Mapear os casos de uso primários
Identificar as 2 ou 3 ações que o usuário executa com mais frequência ou que têm maior importância estratégica para o produto. Esses casos definem quais partes da interface merecem mais atenção no refinamento e qual hierarquia visual faz sentido.
- "O que o usuário faz primeiro quando abre o produto?"
- "Qual é a ação mais importante que ele precisa executar com facilidade?"
- "Existe alguma parte da interface que causa fricção frequente?"Passo 3 — Definir o tom de marca e a sensação visual esperada
O tom de marca é o critério central para avaliar escolhas de tipografia, cor e composição. Coletar o tom com precisão suficiente para distinguir este produto de qualquer outro. Evitar respostas vagas como "moderno" ou "clean" sem ancoragem concreta.
Perguntas úteis:
- "Se você tivesse que descrever a personalidade visual deste produto em três adjetivos, quais seriam?"
- "Existe algum produto digital cujo visual você admira e que serve de referência — não para copiar, mas para evocar uma sensação parecida?"
- "Tem algum produto cujo visual você definitivamente NÃO quer que este se pareça?"Exemplos de respostas com especificidade suficiente: - "Preciso e direto como o Linear, sem elementos decorativos desnecessários." - "Acolhedor e acessível como o Notion, mas com mais estrutura visual e menos minimalismo extremo." - "Autoritativo e técnico como o Datadog — mais focado em densidade de informação do que em espaço em branco."
Passo 4 — Documentar restrições e decisões deliberadas
Identificar o que deve ser preservado: decisões de design já consolidadas, restrições de marca (cores fixas, fontes obrigatórias), limitações técnicas que afetam a interface, e partes que estão fora do escopo de refinamento.
- "Tem alguma decisão de design já tomada que não deve ser questionada?"
- "Existe alguma parte da interface fora do escopo desta revisão?"
- "Há restrições de marca ou identidade visual que devem ser respeitadas?"Passo 5 — Formular critérios de qualidade verificáveis
Com base nos passos anteriores, formular pelo menos um critério de qualidade verificável para cada dimensão que será avaliada nas etapas seguintes. Critérios verificáveis são específicos o suficiente para que duas pessoas possam olhar para a mesma interface e concordar se foi atendido ou não.
Exemplos de critérios verificáveis:
- **Hierarquia e layout:** "O elemento mais importante da tela deve ser identificável em menos de 3 segundos, sem instruções."
- **Tipografia:** "O corpo de texto deve ser legível em tamanho mínimo de 16px com linha de até 70 caracteres."
- **Cor e identidade:** "A paleta deve comunicar confiança e precisão — sem gradientes decorativos nem saturação excessiva."---
Casos
Exemplos
de uso.
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## Exemplo 1 — Painel de monitoramento de infraestruturaConstelação
Onde
ela vive.
Workflows que usam
Bundles que incluem