SkillDesignDiagnostica

Diagnóstico Visual de Interface

Identifica os principais problemas visuais de uma interface antes de aprofundar em dimensões específicas.

Ações
PerfilDesigner
ProfundidadeMédia
IdiomaPortuguês
Objetivo

Em uma frase.

Fazer uma leitura holística da interface para identificar, com precisão e sem entrar em dimensões específicas ainda, os 3 a 5 maiores problemas de qualidade visual — e indicar quais dimensões (hierarquia/layout, tipografia, cor/identidade) demandam atenção prioritária nas avaliações seguintes.

Aplicação

Quando
faz sentido.

Usar
  • Como segunda etapa do workflow refinamento-de-interface, imediatamente após a coleta de contexto.
  • Quando o profissional precisa de um ponto de partida estruturado para entender "o que está errado" em uma interface antes de saber por onde começar.
  • Quando há divergência no time sobre problemas de qualidade visual e é necessário um diagnóstico objetivo como base de conversa.
Não usar
  • Sem a ficha de contexto da Etapa 1 — diagnóstico sem critérios produz análise desvinculada do produto real.
  • Como substituto das avaliações dimensionais (Skills 3, 4, 5) — esta skill identifica e prioriza; as seguintes aprofundam.
  • Para diagnosticar problemas de usabilidade, fluxo ou arquitetura de informação — use otimizacao-de-fluxo-critico.
Prompt

Instruções
para a IA.

Passo 1 — Observação sem análise dimensional

Antes de entrar em qualquer dimensão específica, observar a interface como um todo. Simular dois modos de olhar: o de um usuário novo que abre a interface pela primeira vez, e o de um observador experiente que avalia qualidade visual geral. Registrar observações brutas antes de formulá-las como problemas:

- Qual é a primeira impressão?

- O que o olho vai primeiro — e esse elemento merece essa posição? - A interface comunica o tom de marca documentado na ficha de contexto? - Há algo que imediatamente parece genérico, desequilibrado ou sem intenção? - O que está funcionando visualmente — e por quê?

Passo 2 — Aplicar o teste da névoa

Imaginar a interface com visão levemente desfocada — como se olhasse sem óculos. Com essa perspectiva:

- É possível identificar o elemento mais importante da tela?

- Os grupos de informação são visíveis como blocos distintos ou tudo se mistura? - Há áreas de peso visual que não correspondem à importância do conteúdo? - O ritmo geral é uniforme (monótono) ou tem variação intencional?

Este teste isola problemas de hierarquia e estrutura que passam despercebidos em leitura detalhada.

Passo 3 — Detectar padrões de baixa qualidade visual

Verificar a presença de padrões que tipicamente indicam design produzido sem intenção sistemática:

Espaçamento sem sistema:

- Margens e paddings inconsistentes entre elementos similares - Espaçamento igual entre elementos de relacionamento diferente (o que é próximo parece igual ao que é distante) - Densidade uniforme sem variação de ritmo

Tipografia sem hierarquia: - Dificuldade em distinguir título de subtítulo sem ler o conteúdo - Tamanhos de texto muito próximos entre níveis hierárquicos diferentes - Mistura de estilos ou pesos sem propósito aparente

Cor sem propósito: - Paleta que parece escolhida por exploração, não por estratégia - Cores que não diferenciam estados ou hierarquia - Gradientes, sombras ou efeitos puramente decorativos - Paleta genérica sem conexão com o tom de marca

Identidade visual fraca: - Interface que poderia pertencer a qualquer produto do mesmo segmento - Ausência de qualquer elemento visual distintivo

Passo 4 — Formular os problemas com precisão

Para cada problema identificado, formular com precisão suficiente para que um profissional possa entender sem explicação adicional:

- O que é o problema (específico, não vago)

- Onde aparece (localização na interface) - Qual dimensão afeta (hierarquia/layout, tipografia, cor/identidade) - Qual o impacto na experiência ou na percepção de qualidade

Exemplos de formulação com precisão adequada: - ✓ "Não há distinção visual entre o título da seção e o subtítulo — ambos estão no mesmo tamanho e peso, eliminando a hierarquia de leitura." [tipografia] - ✓ "O espaçamento entre cards é idêntico ao espaçamento entre seções, impedindo a formação de grupos visuais distintos." [hierarquia/layout] - ✓ "A cor de destaque aparece em elementos de importâncias radicalmente diferentes — botão primário, link de rodapé e decoração de fundo — tornando-a semanticamente inútil." [cor] - ✗ "A tipografia parece ruim." [vago, inutilizável como base de ação]

Passo 5 — Priorizar as dimensões para as avaliações seguintes

Com base nos problemas identificados, indicar:

- Qual dimensão tem os problemas mais graves, por impacto direto na percepção de qualidade? - Qual dimensão tem problemas que provavelmente causam os outros (raiz sistêmica)? - Qual dimensão está funcionando adequadamente e precisa de menos atenção?

Essa priorização orienta a Skill 6 (síntese) sobre onde concentrar o plano de refinamento.

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Casos

Exemplos
de uso.

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## Exemplo 1 — Painel de monitoramento de infraestrutura
Constelação

Onde
ela vive.

Execução

Como usar
com IA.

  1. 01Copie a skill (botão "Copiar skill para IA", no topo): o texto copiado já é a skill completa, não um resumo.
  2. 02Abra o Claude ou Claude Code e cole — a IA recebe todas as instruções e fica pronta para a tarefa.
  3. 03Prefere usar como arquivo reutilizável? Baixe o .zip e coloque o SKILL.md em .claude/skills/ (Claude Code) ou anexe o arquivo no Claude (claude.ai).