SkillProgramaçãoExecução
Gestão de Tráfego com Istio
Configura roteamento, balanceamento, circuit breakers, canary deployments e traffic shifting no service mesh Istio. Use ao implementar padrões de tráfego de malha em clusters gerenciados pelo Istio.
Ações
PerfilDev
ProfundidadeAlta
IdiomaInglês (skill original)
Objetivo
Em uma frase.
Implementar padrões de tráfego no service mesh Istio usando VirtualService e DestinationRule: roteamento percentual, circuit breakers, retries, timeouts e fault injection para testes de resiliência, sempre com plano de traffic shift e critérios de rollback definidos.
Aplicação
Quando
faz sentido.
Usar
- Implementar deploys canary ou blue/green em um cluster gerenciado pelo Istio.
- Adicionar circuit breakers, retries ou timeouts na camada da malha, fora do código da aplicação.
- Rotear tenants ou usuários específicos para diferentes versões de serviço via regras de header.
- Rodar experimentos de fault injection dentro da malha.
Não usar
- Decidir se vale adotar um service mesh — use uma skill de seleção de service mesh.
- Configurar mTLS entre serviços — use mtls-configuration.
- Montar a stack de observabilidade — use service-mesh-observability.
Prompt
Instruções
para a IA.
### Pré-requisitos
Tenha o Istio instalado com sidecar injetado na aplicação, subsets de DestinationRule definidos por versão de serviço, monitoramento das métricas da malha (taxa de requisições, erros e latência) e um plano de traffic shift com critérios de rollback antes de qualquer canary.
### Recursos centrais
VirtualService define as regras de roteamento (host, path, header). DestinationRule define subsets, balanceamento, connection pool e outlier detection. Gateway cuida do edge de ingress e ServiceEntry traz serviços externos para dentro da malha.
### Padrões comuns
Canary com split percentual (ex.: 90/10 entre v1 e v2), roteamento por header para direcionar usuários ao canary, circuit breaker via
### Anti-padrões
Evite regras de roteamento sem subsets de DestinationRule definidos, retries agressivos sem idempotência e limiares de circuit breaker sem monitoramento. Mantenha o plano de fault injection separado das execuções de canary.
Tenha o Istio instalado com sidecar injetado na aplicação, subsets de DestinationRule definidos por versão de serviço, monitoramento das métricas da malha (taxa de requisições, erros e latência) e um plano de traffic shift com critérios de rollback antes de qualquer canary.
### Recursos centrais
VirtualService define as regras de roteamento (host, path, header). DestinationRule define subsets, balanceamento, connection pool e outlier detection. Gateway cuida do edge de ingress e ServiceEntry traz serviços externos para dentro da malha.
### Padrões comuns
Canary com split percentual (ex.: 90/10 entre v1 e v2), roteamento por header para direcionar usuários ao canary, circuit breaker via
outlierDetection (ejetando hosts que erram acima do limiar), retry e timeout no VirtualService, e fault injection (fault.delay ou fault.abort) para testar resiliência.### Anti-padrões
Evite regras de roteamento sem subsets de DestinationRule definidos, retries agressivos sem idempotência e limiares de circuit breaker sem monitoramento. Mantenha o plano de fault injection separado das execuções de canary.
Execução
Como usar
com IA.
- 01Copie a skill (botão "Copiar skill para IA", no topo): o texto copiado já é a skill completa, não um resumo.
- 02Abra o Claude ou Claude Code e cole — a IA recebe todas as instruções e fica pronta para a tarefa.
- 03Prefere usar como arquivo reutilizável? Baixe o .zip e coloque o
SKILL.mdem.claude/skills/(Claude Code) ou anexe o arquivo no Claude (claude.ai).