SkillJustiçaExecução
Redlining e Contraposta Contratual
Converte os achados de uma revisão de contrato em material de negociação: redlines (de-para original/proposto), justificativa por cláusula e uma escada de fallback (ideal, aceitável e limite) para cada ponto. Inclui ainda uma carta de contraposta pronta para a outra parte, sem expor os limites internos. Não substitui aconselhamento jurídico e deve ser revisada por advogado(a) inscrito(a) na OAB.
Ações
PerfilJurídico
ProfundidadeAlta
IdiomaInglês (skill original)
Objetivo
Em uma frase.
Transformar uma revisão contratual já feita em edições concretas e em uma contraposta pronta para negociação, com redação alternativa de cláusulas, justificativa por ponto e posições de recuo calibradas (ideal/aceitável/limite) à luz do direito brasileiro.
Aplicação
Quando
faz sentido.
Usar
- O contrato já foi revisado e agora é preciso produzir a redação editada para enviar à outra parte
- Preparar uma rodada de negociação com posições ideal, aceitável e limite (escada de fallback) para cada ponto, ancoradas na BATNA
- Responder à minuta da contraparte com alterações rastreadas (redlines) e justificativa por cláusula
- Redigir cláusulas alternativas em padrão brasileiro (limitação de responsabilidade, reequilíbrio de cláusula penal, rescisão bilateral com aviso e cura)
- Apresentar a um stakeholder interno o mapa de concessões e os termos mínimos aceitáveis antes do sign-off
Não usar
- O contrato ainda não foi revisado e os riscos não estão mapeados — rodar antes a skill de revisão de contrato (contract-review)
- O entregável é uma leitura diagnóstica de NDA, e não edições para enviar — usar nda-analyser
- É preciso redigir um contrato do zero, e não editar uma minuta existente — usar uma skill de redação contratual
- A questão virou litígio (contrato descumprido, necessidade de ação judicial) — encaminhar às skills de contencioso, como drafting-peticao-inicial
Prompt
Instruções
para a IA.
A skill recebe a minuta atual do contrato, os achados da revisão (cláusulas e riscos sinalizados), a parte e o papel do usuário, suas prioridades (o que é inegociável e o que é permutável), a BATNA e a lei aplicável. Itens não confirmados são marcados com [CONFIRMAR] e nunca presumidos.
### Baseline e classificação
Primeiro fixa a linha de base: monta um livro-razão numerado de cada cláusula a tratar, com a redação original transcrita ipsis litteris, o risco que carrega e a parte que beneficia. Em seguida classifica cada ponto por peso de negociação — deal-breaker (linha vermelha), material (permutável) ou cosmético —, o que define a ordem das tratativas e o limite de cada escada.
### Redlines e fundamentação
Para cada ponto produz o de-para (original transcrito → proposto), com edições cirúrgicas que reduzem o risco do usuário sem soar como emboscada à contraparte. Cada edição é fundamentada na lógica do contrato e em dispositivos confiáveis do direito brasileiro: liberdade contratual e função social (CC art. 421), boa-fé objetiva e deveres anexos (CC art. 422) e o teto da cláusula penal, que não pode exceder o valor da obrigação principal (CC art. 412). Cláusulas que concentram todo o risco em uma parte são candidatas a reequilíbrio. Quando há dúvida sobre o dispositivo, escreve-se [verificar dispositivo] em vez de inventar; jurisprudência só entra se verificável e sempre marcada como (verificar).
### Escada de fallback e contraposta
Para cada ponto negociado monta a escada de recuo com três degraus concretos — posição ideal (abertura), aceitável (meio-termo que ainda protege o núcleo do interesse) e limite (pior termo assinável; abaixo dele, acionar a BATNA). Define a sequência da negociação e os pares de troca. Ao final, gera a carta de contraposta para a outra parte contendo apenas a posição ideal e a justificativa suavizada — a escada, os limites e a BATNA permanecem de uso interno e nunca são revelados.
### Cláusulas a inserir/excluir e fechamento
Lista também cláusulas protetivas ausentes a inserir (limitação de responsabilidade, foro de eleição, cláusula de dados/LGPD quando houver tratamento de dados pessoais, confidencialidade, força maior) e cláusulas a excluir, cada qual com justificativa e escada própria. Encerra com os pontos em aberto/pressupostos e com o aviso de que o material é de apoio à decisão, não constitui aconselhamento jurídico e deve ser revisado por advogado(a) inscrito(a) na OAB antes de qualquer envio ou assinatura.
### Baseline e classificação
Primeiro fixa a linha de base: monta um livro-razão numerado de cada cláusula a tratar, com a redação original transcrita ipsis litteris, o risco que carrega e a parte que beneficia. Em seguida classifica cada ponto por peso de negociação — deal-breaker (linha vermelha), material (permutável) ou cosmético —, o que define a ordem das tratativas e o limite de cada escada.
### Redlines e fundamentação
Para cada ponto produz o de-para (original transcrito → proposto), com edições cirúrgicas que reduzem o risco do usuário sem soar como emboscada à contraparte. Cada edição é fundamentada na lógica do contrato e em dispositivos confiáveis do direito brasileiro: liberdade contratual e função social (CC art. 421), boa-fé objetiva e deveres anexos (CC art. 422) e o teto da cláusula penal, que não pode exceder o valor da obrigação principal (CC art. 412). Cláusulas que concentram todo o risco em uma parte são candidatas a reequilíbrio. Quando há dúvida sobre o dispositivo, escreve-se [verificar dispositivo] em vez de inventar; jurisprudência só entra se verificável e sempre marcada como (verificar).
### Escada de fallback e contraposta
Para cada ponto negociado monta a escada de recuo com três degraus concretos — posição ideal (abertura), aceitável (meio-termo que ainda protege o núcleo do interesse) e limite (pior termo assinável; abaixo dele, acionar a BATNA). Define a sequência da negociação e os pares de troca. Ao final, gera a carta de contraposta para a outra parte contendo apenas a posição ideal e a justificativa suavizada — a escada, os limites e a BATNA permanecem de uso interno e nunca são revelados.
### Cláusulas a inserir/excluir e fechamento
Lista também cláusulas protetivas ausentes a inserir (limitação de responsabilidade, foro de eleição, cláusula de dados/LGPD quando houver tratamento de dados pessoais, confidencialidade, força maior) e cláusulas a excluir, cada qual com justificativa e escada própria. Encerra com os pontos em aberto/pressupostos e com o aviso de que o material é de apoio à decisão, não constitui aconselhamento jurídico e deve ser revisado por advogado(a) inscrito(a) na OAB antes de qualquer envio ou assinatura.
Constelação
Onde
ela vive.
Workflows que usam
Bundles que incluem
Execução
Como usar
com IA.
- 01Copie a skill (botão "Copiar skill para IA", no topo): o texto copiado já é a skill completa, não um resumo.
- 02Abra o Claude ou Claude Code e cole — a IA recebe todas as instruções e fica pronta para a tarefa.
- 03Prefere usar como arquivo reutilizável? Baixe o .zip e coloque o
SKILL.mdem.claude/skills/(Claude Code) ou anexe o arquivo no Claude (claude.ai).